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Adicional Noturno

Adicional Noturno

Adicional Noturno

Além de afastar o trabalhador do convívio social e familiar, o trabalho noturno
causa uma série de prejuízos à saúde humana graças à privação de sono. Como
consequência, um maior desgaste físico e mental.


Por isso, em seu artigo sétimo, inciso IX, a Constituição Federal garante aos
trabalhadores urbanos e rurais a remuneração de trabalho noturno superior à
do diurno.


De acordo com a legislação, para os trabalhadores urbanos, é considerado
noturno o trabalho executado entre as 22h de um dia e as 5 horas do dia
seguinte.


Enquanto os trabalhadores rurais iniciam sua jornada às 21 horas e a encerram
às 5 horas do dia seguinte, os trabalhadores da pecuária realizam suas
atividades entre as 20 horas e as 4 horas do dia seguinte.


Particularidades do adicional noturno:


– No turno do dia, uma hora trabalhada equivale a 52 minutos e 30
segundos do período noturno


– O empregado recebe uma taxa extra de 20% em sua remuneração sobre
o valor da hora trabalhada


– Caso a jornada não exceda um período de 4 horas, não é necessário
intervalos para repouso


Para os trabalhadores urbanos, o adicional noturno é de 20% sobre cada hora
trabalhada. Já para os trabalhadores rurais, o adicional noturno é de no mínimo
25%. O adicional conta também sobre os demais direitos trabalhistas.

Intervalos durante o período noturno
Diferente do intervalo dos trabalhadores diurnos, o intervalo dos trabalhadores
noturnos varia de acordo com a duração da jornada de trabalho.
Para quem trabalha até quatro horas por noite, não há necessidade de intervalo.
Se realizado entre quatro e seis horas, o intervalo é de 15 minutos. Agora, se a
jornada excede seis horas, o descanso deve ter entre uma e duas horas.
Calculando o adicional noturno
Apesar de ter apenas 52 minutos e 30 segundos, a hora noturna deve ser paga
integralmente ao trabalhador. Com a redução do tempo, a jornada de oito horas
diurnas equivale a sete horas no período noturno.
Para calcular a remuneração do trabalhador noturno, basta acrescentar às horas
trabalhadas o adicional noturno de 20%.
Por exemplo:
Considere um salário de R$ 1.000 e uma jornada mensal de 220 horas.
Valor da hora = Remuneração mensal x Jornada mensal
R$ 1.000 / 220 horas = R$ 4,54 por hora
Valor do adicional noturno por hora = Valor da hora trabalhada x 20%
(adicional noturno)
R$ 4,54 * 20% = R$ 0,90
Valor da hora noturna = Valor da hora + Valor do adicional noturno por hora
R$ 4,54 + R$ 0,90 = R$ 5,44
Remuneração noturna mensal = Valor da hora noturna x Jornada mensal
R$ 5,44 * 220 horas = aproximadamente R$ 1.200
É importante ressaltar que o adicional noturno e as horas extras noturnas
também são contabilizadas sobre os demais benefícios trabalhistas:
– Férias
– 13º salário
– FGTS
– Aviso prévio
– Repouso semanal remunerado
– INSS
Hora extra noturna
Atente-se também à hora extra noturna, calculada de maneira diferente da hora
extra convencional.
Primeiro, calcula-se o valor da hora trabalhada pelo funcionário. Depois,
adiciona-se os 20% do adicional noturno sobre as horas trabalhadas e, na
sequência, mais 50% referentes à hora extra.

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O que é BIG DATA ?

Você provavelmente já ouviu falar em Big Data. O termo, que tem ganhado a cada dia mais
relevância, extrapolou os domínios da Tecnologia da Informação e ganhou destaque em matérias
de revista e jornal. Tudo isso porque a capacidade de operar com grandes volumes de dados se
tornou imprescindível para negócios e organizações de todos os setores.
Mas então, será que se alguém te perguntar, você sabe dizer o que é esse tal de Big Data? Não? Sem
problemas. Neste artigo que preparamos especialmente sobre o assunto você vai entender de uma
vez por todas o que é isso e tirar as principais dúvidas relacionadas ao mercado de trabalho na
área.
Continue conosco e veja a seguir o que é Big Data!
Pense em dados. Muitos dados
Você já ouviu falar que nos últimos cinco anos a humanidade gerou cerca de 90% de toda a
informação da história? Pois é, isso não é mentira. Mas você compreende o que isso significa?
Este dado implica em uma capacidade de criar e armazenar um volume enorme de dados em uma
velocidade também muito grande. E que dados serão esses? Todo tipo de dado. Curiosidades na
Internet, relatórios governamentais, informações de organizações privadas, etc.
E quando falamos em Big Data, estamos nos referindo particularmente a esta última categoria que
citamos: informações geradas por empresas. De acordo com a BSA – The Software Alliance
(representante de grandes empresas de software de todo o mundo) todos os dias são criados
aproximadamente 2,5 quintilhões de bytes de informação. Isso é o Big Data.
Biga Data: e daí?
Lembra que anteriormente nós falamos da quantidade, da velocidade e dos tipos de dados
gerados? Esses são os três Vs do Big Data: Volume, Variedade, Velocidade.
Agora pense, se uma informação é gerada, há um objetivo para isso. Por isso, ela precisa ser
devidamente processada e analisada, certo?
Mas se tantas informações, de tantos tipos, são geradas tão rápido, todos os dias, como priorizar,
segmentar e analisar todas estas informações de forma que elas não se percam nem tenham sua
relevância reduzida? De modo que elas realmente agreguem valor para as empresas que as
criaram?
É aí que entra o cientista de dados. Este profissional é indispensável para fazer o tratamento do Big
Data.
Como ser um profissional reconhecido em Big Data?
Para obter reconhecimento neste ramo, como cientista da informação, você precisa de
algumas habilidades básicas.
Em primeiro lugar, é necessário ter uma boa capacidade de raciocínio objetivo para
acompanhar as necessidades dos seus clientes. Cabe a você decidir quais informações ignorar
ou valorizar, de acordo estritamente com os objetivos e protocolos da empresa.
Também é indispensável ter conhecimentos matemáticos, além de programação e
tecnologias, uma vez que será necessário lidar com muitos códigos em diferentes linguagens,
além de sistemas de armazenamento de informações, como computação em nuvem.
Por fim, conhecimentos em engenharia de redes e uma boa capacidade de avaliar riscos,
realizar simulações e solucionar problemas é indispensável, uma vez que os dados com que
você vai trabalhar são muito valiosos para a organização. Com essas habilidades bem
sedimentadas, é possível ser um profissional bem reconhecido na área de Big Data

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