Como escolher a jornada de trabalho ideal ?

Como escolher a jornada de trabalho ideal ?

Inicialmente é necessário entender que hoje, no Brasil, existem diversos tipos de jornadas aplicadas ao contrato de trabalho e totalmente lícitas.

Dentre elas podemos citar a jornada de trabalho parcial, que conta com 25 horas trabalhadas na semana, a jornada de 12×36 onde o colaborador trabalha 12 horas e folga 36 horas seguintes, temos também a jornada convencional que é de 44 horas semanais.


Mas vem a parte mais difícil: escolher a melhor opção para sua empresa e o colaborador.
Para darmos início a esta reflexão, o primeiro passo é entender as reais necessidades de seu negócio.

Visto que de nada adiantaria você contratar um colaborador para uma jornada diária de 8 horas, sendo que você precisaria dele apenas por metade desse tempo.

Caso você escolha errado, gastará mais dinheiro e ainda privará o colaborador de ter uma outra fonte de renda em outra empresa ou como lhe aprouver.


Assim sendo, essa decisão precisa ser bem avaliada e calculada, respeitando as necessidades de sua empresa, e lembrando dos direitos do colaborador de forma que as condições de trabalho oferecidas sejam as melhores.


#Ficaadica: pensando de forma sistêmica, estará sempre cumprindo com a determinação legal e se prevenindo de futuros transtornos.


Por Tathiany Mantovany – @tathianymantovany e Maira Emily @mairaemily

Nossos últimos posts.

O que é BIG DATA ?

Você provavelmente já ouviu falar em Big Data. O termo, que tem ganhado a cada dia mais
relevância, extrapolou os domínios da Tecnologia da Informação e ganhou destaque em matérias
de revista e jornal. Tudo isso porque a capacidade de operar com grandes volumes de dados se
tornou imprescindível para negócios e organizações de todos os setores.
Mas então, será que se alguém te perguntar, você sabe dizer o que é esse tal de Big Data? Não? Sem
problemas. Neste artigo que preparamos especialmente sobre o assunto você vai entender de uma
vez por todas o que é isso e tirar as principais dúvidas relacionadas ao mercado de trabalho na
área.
Continue conosco e veja a seguir o que é Big Data!
Pense em dados. Muitos dados
Você já ouviu falar que nos últimos cinco anos a humanidade gerou cerca de 90% de toda a
informação da história? Pois é, isso não é mentira. Mas você compreende o que isso significa?
Este dado implica em uma capacidade de criar e armazenar um volume enorme de dados em uma
velocidade também muito grande. E que dados serão esses? Todo tipo de dado. Curiosidades na
Internet, relatórios governamentais, informações de organizações privadas, etc.
E quando falamos em Big Data, estamos nos referindo particularmente a esta última categoria que
citamos: informações geradas por empresas. De acordo com a BSA – The Software Alliance
(representante de grandes empresas de software de todo o mundo) todos os dias são criados
aproximadamente 2,5 quintilhões de bytes de informação. Isso é o Big Data.
Biga Data: e daí?
Lembra que anteriormente nós falamos da quantidade, da velocidade e dos tipos de dados
gerados? Esses são os três Vs do Big Data: Volume, Variedade, Velocidade.
Agora pense, se uma informação é gerada, há um objetivo para isso. Por isso, ela precisa ser
devidamente processada e analisada, certo?
Mas se tantas informações, de tantos tipos, são geradas tão rápido, todos os dias, como priorizar,
segmentar e analisar todas estas informações de forma que elas não se percam nem tenham sua
relevância reduzida? De modo que elas realmente agreguem valor para as empresas que as
criaram?
É aí que entra o cientista de dados. Este profissional é indispensável para fazer o tratamento do Big
Data.
Como ser um profissional reconhecido em Big Data?
Para obter reconhecimento neste ramo, como cientista da informação, você precisa de
algumas habilidades básicas.
Em primeiro lugar, é necessário ter uma boa capacidade de raciocínio objetivo para
acompanhar as necessidades dos seus clientes. Cabe a você decidir quais informações ignorar
ou valorizar, de acordo estritamente com os objetivos e protocolos da empresa.
Também é indispensável ter conhecimentos matemáticos, além de programação e
tecnologias, uma vez que será necessário lidar com muitos códigos em diferentes linguagens,
além de sistemas de armazenamento de informações, como computação em nuvem.
Por fim, conhecimentos em engenharia de redes e uma boa capacidade de avaliar riscos,
realizar simulações e solucionar problemas é indispensável, uma vez que os dados com que
você vai trabalhar são muito valiosos para a organização. Com essas habilidades bem
sedimentadas, é possível ser um profissional bem reconhecido na área de Big Data

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Plataforma de Propostas de Consórcios

Este projeto foi desenvolvido com o intuito de automatizar o processo de geração de proposta de consórcios, evitando assim o erro humano na simulação dos cálculos e escalando o volume de propostas geradas pela empresa.

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Plataforma para Lojas de Câmbio

Esta plataforma foi desenvolvida para realizar cotações de moedas estrangeiras em tempo real e realizar a compra e venda das mesmas, com módulo financeiro, estoque, conciliação financeira e contas a pagar e a receber é um ERP completo para lojas de câmbio.

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Minha empresa precisa de um App?

Ter um aplicativo não é algo que precisa ser encarado como tendência e obrigatoriedade, mas sim, como um sistema que tende a entregar alguma solução efetiva aos seus clientes ou para alçar novos voos da sua empresa.

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