Relógio de Ponto Físico ou Aplicativo de Registro de Ponto

Sabia que as horas extras foram o assunto mais recorrente no Tribunal Superior do Trabalho em 2020? E o caso não é isolado: em 2019, elas ficaram em 2º lugar no ranking, com um total de 54.730 processos no ano. Já deu para entender a importância de ter um controle adequado de funcionários, né?

Segundo o Decreto Lei nº 5.452 do artigo 74 da CLT, é obrigatório registrar os horários de entrada e saída de funcionários em locais de trabalho com, pelo menos, 20 colaboradores. Se sua empresa se encaixa neste perfil, veja como funciona duas das principais formas de controle de ponto de funcionários: o Relógio de Ponto Físico e o Aplicativo de Registro de Ponto!

Relógio de Ponto Físico: como funciona?

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Os relógios físicos de controle de ponto são aqueles instalados no próprio local de trabalho e podem ser manuais, mecânicos ou eletrônicos.

Os manuais são semelhantes aos cadernos de ponto, que, como vimos no início do artigo, é muito passível de erros e fraudes, além de não serem nada práticos.

relógio de ponto mecânico, por sua vez, exige que os funcionários insiram suas informações sempre que estiverem entrando ou saindo da empresa, o que também pode ser bem trabalhoso e sujeito a falhas humanas — sejam elas propositais ou não.

Já o relógio eletrônico de ponto (REP) é um equipamento que registra a entrada e saída dos funcionários por meio de artifícios como cartão de ponto e biometria. Em geral, a equipe de RH precisa revisar os registros de todos os funcionários ao final do mês, o que também torna a opção suscetível a falhas no momento de exportar os dados.

E o Aplicativo de Registro de Ponto, como é?

Além de manual e eletrônico, o sistema de controle de pontos também pode ser digital — é o caso dos Aplicativos de Registro de Ponto, como o 3Ponto Web.

Este método, além de ser mais prático para o funcionário, também é mais prático para o RH. Afinal, não é preciso esperar o final do mês para fazer a revisão e controle dos colaboradores. Como as informações são todas unificadas num único aplicativo, a equipe pode acompanhar em tempo real os registros de entrada e saída dos funcionários.

Além disso, como não é feito por um equipamento físico, a opção permite um controle mais apurado de funcionários que não trabalham presencialmente naquele local, como nos dias de trabalhos externos ou home-office. Por outro lado, depender dos dispositivos dos próprios funcionários nem sempre é a melhor solução.

O Aplicativo de Registro de Ponto também costuma ser mais econômico: por não englobar custos de equipamentos e suas instalações e manutenções, a opção é geralmente mais vantajosa financeiramente, mesmo que tenha algum custo mensal.

Relógio de Ponto Físico ou Aplicativo de Registro de Ponto: qual a melhor opção?

Como em muitos casos, a melhor opção depende de diversos fatores, como porte da empresa, número de funcionários e orçamento para implementação do sistema.

Mesmo que cada alternativa tenha seus pontos positivos e negativos, os Aplicativos de Registro de Ponto parecem ser mais modernos e vantajosos. O 3Ponto Web, por exemplo, tem escalas ajustáveis e análise de riscos, além de ser flexível para acordar, ter gestão de justificativas, gerar relatórios em PDF e XLS, entre outros recursos que facilitam o dia a dia do RH.

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O que é BIG DATA ?

Você provavelmente já ouviu falar em Big Data. O termo, que tem ganhado a cada dia mais
relevância, extrapolou os domínios da Tecnologia da Informação e ganhou destaque em matérias
de revista e jornal. Tudo isso porque a capacidade de operar com grandes volumes de dados se
tornou imprescindível para negócios e organizações de todos os setores.
Mas então, será que se alguém te perguntar, você sabe dizer o que é esse tal de Big Data? Não? Sem
problemas. Neste artigo que preparamos especialmente sobre o assunto você vai entender de uma
vez por todas o que é isso e tirar as principais dúvidas relacionadas ao mercado de trabalho na
área.
Continue conosco e veja a seguir o que é Big Data!
Pense em dados. Muitos dados
Você já ouviu falar que nos últimos cinco anos a humanidade gerou cerca de 90% de toda a
informação da história? Pois é, isso não é mentira. Mas você compreende o que isso significa?
Este dado implica em uma capacidade de criar e armazenar um volume enorme de dados em uma
velocidade também muito grande. E que dados serão esses? Todo tipo de dado. Curiosidades na
Internet, relatórios governamentais, informações de organizações privadas, etc.
E quando falamos em Big Data, estamos nos referindo particularmente a esta última categoria que
citamos: informações geradas por empresas. De acordo com a BSA – The Software Alliance
(representante de grandes empresas de software de todo o mundo) todos os dias são criados
aproximadamente 2,5 quintilhões de bytes de informação. Isso é o Big Data.
Biga Data: e daí?
Lembra que anteriormente nós falamos da quantidade, da velocidade e dos tipos de dados
gerados? Esses são os três Vs do Big Data: Volume, Variedade, Velocidade.
Agora pense, se uma informação é gerada, há um objetivo para isso. Por isso, ela precisa ser
devidamente processada e analisada, certo?
Mas se tantas informações, de tantos tipos, são geradas tão rápido, todos os dias, como priorizar,
segmentar e analisar todas estas informações de forma que elas não se percam nem tenham sua
relevância reduzida? De modo que elas realmente agreguem valor para as empresas que as
criaram?
É aí que entra o cientista de dados. Este profissional é indispensável para fazer o tratamento do Big
Data.
Como ser um profissional reconhecido em Big Data?
Para obter reconhecimento neste ramo, como cientista da informação, você precisa de
algumas habilidades básicas.
Em primeiro lugar, é necessário ter uma boa capacidade de raciocínio objetivo para
acompanhar as necessidades dos seus clientes. Cabe a você decidir quais informações ignorar
ou valorizar, de acordo estritamente com os objetivos e protocolos da empresa.
Também é indispensável ter conhecimentos matemáticos, além de programação e
tecnologias, uma vez que será necessário lidar com muitos códigos em diferentes linguagens,
além de sistemas de armazenamento de informações, como computação em nuvem.
Por fim, conhecimentos em engenharia de redes e uma boa capacidade de avaliar riscos,
realizar simulações e solucionar problemas é indispensável, uma vez que os dados com que
você vai trabalhar são muito valiosos para a organização. Com essas habilidades bem
sedimentadas, é possível ser um profissional bem reconhecido na área de Big Data

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